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ELE DIZ

Gadgets, Internet e Media! Humor Q.B.

ELE DIZ

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E lá fui eu...

... cumprir com o dever de votar. Fui lá, disse o numero de eleitor, peguei no papel, fui para a cabine de votos, comecei a ler o boletim e a primeira coisa que reparei é que o raio do papel parece saído algures do ano de 1984. Aquilo parece feito ainda algures numa máquina de escrever e com caneta esquadro e régua.
Em segundo lugar reparei na quantidade de partidos que estão ali para conseguir um tacho para meia dúzia de caramelos. Por ultimo reparei, que ainda não tinha decidido em quem iria votar nestas eleições, lá olhei para aquilo e fiz o meu tempo de reflexão que foi mais ou menos o seguinte:

Comunas e bloco vivem em outro mundo que não o nosso, rejeito sequer dialogar com lunáticos desse género.
PS, não estou para andar a manter metade da população com base em subsídios para os pobrezinhos e tristes, ou melhor, para manter o gado sob controle com base na politica da boa vida.
Sou por natureza alguém que anda ali pelos lados do PSD, mas o caramelo do Passos Coelho perdeu todo o crédito para mim, quando começou a falar na questão do aborto na campanha. Não queria acreditar que o atrasado estava a falar numa questão que está mais que resolvida, a meu ver em mal, mas o que está, é muito melhor do que o que estava em termos de aborto.

CDS/PP, apesar de gostar do Portas, não estou para votar em ideias fascistas, ou num cordeiro aparente, que na verdade esconde um lobo.

Acabei por votar no menor dos estragos, quando nenhum dos candidatos a primeiro ministro me agrada por completo. Creio que neste momento apenas há um bom possível primeiro ministro no activo, seria o Rui Rio, mas ainda acha que é cedo para saltar para o poder, mas ainda o vamos ver lá no futuro.

Pancadinhas nas costas

Estou farto de pancadinhas nas costas, estou farto de meios quereres, de meias vontades, ou de vontades nenhumas. Por isso é que cada vez mais gosto de ser um elitista social nojento de merda, que ignora tudo quanto não lhe dê o mínimo interesse. Chamem-me arrogante, com a mania, mas não tenho paciência para quem é apenas razoável.

Alterações climáticas

Quando um raio de sol lúcido e fugidio, espreita entre as nuvens que tem marcado os últimos tempos, apenas faz lembrar que o verão ainda está longe de chegar e com as alterações climáticas que todos os pensadores anunciam, talvez nunca regresse com todo o seu esplendor.
E estar na pele de um simples ser humano, que nada pode fazer para mudar algo tão complexo, faz-nos descer até a uma escala de poder bem próxima da nossa insignificância.

Previsibilidade...

... ou como perder o encantamento em 4 passos.
Agora que olho para o padrão que tem sido a minha vida, dou por mim a pensar que as pessoas que mais permanecem nela, são aquelas que mais imprevisíveis são.
Tenho por hábito inato, jogar uma espécie de euro milhões, tentando adivinhar como as pessoas se irão comportar perante uma determinada atitude da minha parte.
Estas minhas atitudes, muitas das vezes servem apenas para obter reacções e colocar a nu, em forma de experiência, as teorias mirabolantes das quais padeço e nas quais o meu pensamento é fértil.
Não há nada melhor do que traçar o nosso próprio destino, então porque não provocar reacções nos outros, apenas pelo gozo de ver o quão as pessoas conseguem ser previsíveis?
Tudo se pode resumir a 4 etapas:

Formulação da teoria...

Pensar estratégia e lançar isco procurando reacção...

Se o isco funciona e provoca reacção, colocar em prática nova atitude e esperar de taça de champanhe na mão, para assistir ao espectáculo e ver o quão previsível a outra pessoa é.

Se o isco não funciona, reformular teoria, ou simplesmente dar por terminada a conspiração e admitir que se calhar, aquele alvo é a excepção e como tal, o melhor é que fique por perto, pois pertence ao parco grupo de pessoas imprevisíveis :p

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