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ELE DIZ

Gadgets, Internet e Media! Humor Q.B.

ELE DIZ

Gadgets, Internet e Media! Humor Q.B.

Ao que parece...

...temos um novo governo no poleiro, pelos nomes dos ministros a coisa até nem parece estar mal orientada, acredito é pouco que alguma coisa realmente mude. Em Portugal para a coisa funcionar não é com reformulações, reestruturações, e demais palavras terminada em "ções", que mais não são que mudanças de posto de trabalho e de nomes dos cargos.
Isto precisava era de uma onda enorme de despedimento de tachos, ao estilo olhos fechados. Vive gente demais ligada ao estado no nosso país, mesmo as maiores empresas, em grande parte têm como grande cliente o estado, e num estado em que toda a gente tenta fugir aos impostos, não auguro um bom futuro para isto. Aliás, vai continuar tudo mais ou menos na mesma, com mais engenharia financeira para convencer a Europa que a coisa está a mudar, os tachos mudam de nome e lá continua a nossa triste sina.
Se podia ser diferente? Sim podia, podíamos ter um governo da esquerda verdadeira, em que o estado faz a distribuição da riqueza por igual, onde tudo é de todos, nessa bela ideologia, especialmente bela naquela parte que muito me agrada nela, em que tudo se partilha, inclusive as mulheres dos vizinhos, as casas dos vizinhos, os carros dos vizinhos, tudo que és deles é de todos e tem de ser partilhado. Que eu, se é para ser de esquerda, que seja na sua plenitude e não apenas uma coisa teórica.

Talvez um deserto

Se tivesse de dar a conhecer a alguém, algumas das pessoas que mais marcaram a minha vida, diria que essas pessoas são no seu conjunto, uma analogia quase que perfeita com o ambiente vivido no deserto.
Algumas delas foram apenas miragens, faziam acreditar que seriam uma coisa, mas acabaram por mostrar serem apenas fantasia. Outras diria que foram oásis no meio do deserto, muito prometiam porém e como oásis que eram, tinham recursos escassos para partilhar e esgotavam facilmente ao fim de algum tempo, não passavam também de deslumbramentos, mostrando não ser o oásis que se pensava que seriam.

Credo, estou gorda! E agora?

Se há um post que seja transversal a toda a blogosfera feminina, é o tema do peso corporal que as autoras dos mesmos têm sempre em mente.
Estamos na época do ano que vale tudo menos tirar olhos, para conseguir reduzir umas gramas ao que foi acumulado durante o inverno.
Diria mesmo que esta preocupação com o peso, já nem é uma questão estética, tem já algo a ver com afirmação social.
Blogue feminino que não aborde o tema, será com toda a certeza um blogue incompleto, um blogue cuja autora padecerá de algo grave, para conseguir passar ao lado de tão importante problemática.
Umas das melhores coisas na reacção através nos comentários aos posts sobre peso são a lamurias e angustias de muitas leitoras que ali se libertam, até que... o inesperado acontece! Uma qualquer lambisgóia chega ao post e diz que tem dificuldade em engordar e esse é o seu drama, aqui a veia feminina demoníaca é libertada por todas, numa reacção conjunta de ódio e desprezo par a vil provocadora, que tem em seu poder, o poder que todas queriam ter.
Agora virão algumas dizer que nunca falam de peso no seu blogue, coisa que até acredito, mas isso são raras excepções e quando não o fazer é porque lidam mal com o dito cujo, ou porque se auto-colocam num patamar superior, em que acham que a temática peso é apenas utilizada por seres de menor aptidão intelectual.

Apenas quero com este post, como na maioria dos que faço, provocar algumas mentes mais iluminadas, que teimam em querer mostrar o quão elevada é a sua condição, não olhando para aquilo que realmente são e procuram para si.
Eu sei que este post está a ser uma salgalhada, mas é apenas resultado da vontade que tinha de escrever sobre peso, mas sem saber muito bem o que escrever, e vejam como nesta altura me continuam a ler, mesmo que eu não esteja aqui a dizer nada, até posso falar de tulicreme, ou de bolacha Maria, ou falar de como é belo o voo de uma borboleta, que nada vos demove agora de continuar a pensar na temática peso, é algo inato ao ser feminino, é mais forte do que todas vós, reparem como estão a olhar para o pequeno pneu que ainda têm de eliminar até poderem colocar o biquíni.
Todos temos um drama, e o drama do Ele Diz é continuar a escrever sem ter necessariamente de escrever sobre algo.

Ainda aí? Deixem-se disso, não estão nada gordas, apenas têm de perder umas gramas, mas mesmo assim quase nada, assim olhando ao longe até estão todas muito bem.

In invicta modus

Ontem o dia foi passado algures por aquelas bandas. Engraçado que já dou por mim a sacar do telemóvel para tirar uma foto para colocar aqui no Ele Diz, tenho levado isto do blogue um pouco mais a sério, e tenho feito questão de tentar manter isto minimamente actualizado porque, confesso que os resultados têm sido óptimos, visto que são proporcionais com o aumento de número de posts que tenho feito.
É bom ver este cantinho a crescer, gosto da sensação de cada vez, ver mais fontes de tráfego a encaminharem  para o blogue.
Se até pouco à tempo a esta parte, as pesquisas por imagens no google eram a principal fonte de visitas do Ele Diz, isso tem-se vindo a alterar e cada vez mais chegam pessoas vinda de outros blogues que me seguem e por isso têm o Ele Diz no seu perfil, ou de pessoas que têm listado o Ele Diz na sua barra lateral. Para mim o bom de isto tudo, é que este aumento de tráfego é resultado apenas de palavras aqui nos posts, e não como na maioria dos casos na blogosfera, em que se trocam seguimentos por outros seguidores, em que se trocam comentários com o objectivo de ter mais um link de seu blog algures em outro blogue. São os chamados parasitas, que na falta de capacidade para escrever, têm de fazer vendas porta a porta. É como aqueles senhores de da MEO e afins, que nos batem à porta para nos impingir um serviço (não imaginam o quanto eu tenho paciência para eles e para os dos telefonemas a tentar impingir algo).

A mentira do Facebook

Eu era daqueles, que aqui no Ele Diz disse por diversas vezes, que o Facebook não servia para nada, para além de fazer passar tempo. Claro, isto para aqueles que não têm mais nada que fazer, ou que querem ter algo com que se entreter, que não se chame revista Maria, mas que seja socialmente aceite.
O Facebook é a revista Maria dos novos tempos, esta sempre foi a minha opinião até recentemente.
E porque digo que foi até recentemente? Digo isto porque, mais ou menos desde um mês a esta parte, que tenho perfil no Facebook, perfil esse, que fui basicamente obrigado a criar para poder ser administrador de uma página por motivos laborais.
Confesso que andei umas duas semanas a dormir mal, com peso na consciência, por ter de me render ao Facebook, do qual tinha dito cobras e lagartos.
Mas a vida é mesmo assim, dá-nos chapadas de luva branca quando menos esperamos e temos de engolir em seco.
Porem, e após uns mês de presença na plataforma e de ter adicionado lá uns quantos amigos, pois é importante para mim arrastar alguns desses "amigos" para a tal página da qual sou administrador, dou por mim a achar exactamente o que achava antes de entrar para o Facebook e passo citar:

-Aquilo não passa do hi5 numa versão mais limpa.
-Aquilo tem uma arquitectura de navegação de treta, que de intuitivo pouco tem.
-Aquilo está cheio de manhas para que as pessoas larguem informação pessoal, mas que depois dificilmente a conseguem retirar, a menos que tenham todo o tempo do mundo para chegar ao menu, que normalmente se encontra em cascos de rolhas.
-Aquilo não passa de uma revista Maria, onde se lava roupa suja e onde predomina a futilidade.
-Aquilo é optimo para as organizações, pois passam as suas mensagens facilmente, porque aquilo está cheio de caramelos e caramelas que não têm mais que fazer e o seu santo gral como objectivo de vida é fazer likes em alguma coisa.
Basicamente a minha opinião continua a mesma, agora com experiência de causa.

O Facebook não serve para nada, apenas serve para gastar o tempo de quem não tem mais nada de útil para fazer. E não me venham com a treta de que encontramos velhos amigos, meus caros, se os amigos são velhos é porque algures na nossa vida deixou de fazer sentido que fossem pessoas presentes, não vai ser agora 3400 anos depois que vão finalmente notar, que afinal têm tanto em comum para partilhar, pelo menos em 999 mil das vezes essa desculpa é uma treta. Quando alguém é importante para nós não precisamos de Facebook para nada para termos essa pessoa por perto.


P.S. Aqui já em baixo desta minhas palavras tem um botão para fazeres like, partilha o meu post que te fico eternamente grato. :p

Verdades inquestionáveis...

A minha atenção para com anúncios de bancos, seguradoras e afins, é inversamente proporcional ao tempo que demora a dizer aquelas tretas a 3400 km/h no final do anúncio, ou seja, quanto mais tempo demora essa treta, menos interessa o anuncio.

Da arte de explanar

Digamos que por tendência o autor do Ele Diz é assim a atirar para o recatado e tímido. Porém e de há uns anos a esta parte, dou por mim surpreendido, pois apesar de tímido, adoro falar em público, argumentar para uma plateia, é daquelas coisas que me dá prazer neste momento, e que se alguém me dissesse isto em tempos idos daria por mim a afirmar categoricamente que jamais seria assim. Porém a arte de explanar tem muito que se lhe diga, não depende apenas de quem lança o repto, depende muito também de quem o aceita e participa nele, e nesse aspecto a vida tem-me sido grata, digamos que tenho tido do outro lado excelentes interlocutores. Gosto da ligação que surge entre quem desafia e quem é desafiado para explanar. Essa ligação, pode ir ao ponto de nem conhecermos o outro lado, de nenhuma parte, mas parecer alguém de sempre, alguém que entende por completo aquilo que queremos transmitir. Estou grato e contente com o que fui presenteado.

Efeito Pipi, apenas 2 dias no Ele Diz

Factos, são factos, e a verdade é que o efeito da Pipi no Ele Diz se esgotou ao fim de 2 dias, digamos que faz lembrar a pica inicial quando se conhece alguém que desperta a nossa atenção, mas que quando não genuína, se pode esgotar assim após dois dias. A prova do que falo, vem pelo seguinte gráfico, em que a queda está mais que evidente, é o chamado sol de pouca dura, ou rebuscando um pouco a linguagem, a efemeridade do tempo presente.


Para meu espanto...

... após este reconhecimento súbito que a Pipi me proporcionou, a que passarei a chamar "Efeito Pipi no Ele Diz" que toma uma forma fálica em termos de representação gráfica dos visitantes aqui ao blogue, como prova a seguinte imagem...
Efeito Pipi no Ele Diz
...eis que quando eu percorrendo ali os meus seguidores, me dou conta que a Pipi segue o Ele Diz pelo menos desde uns meses valentes a esta parte. E sendo assim, muito me estranha apenas agora a ter chocado, provocando este post que tenta superar as minhas esbeltas palavras, mas apenas consegue dar um ar da sua reconhecida graça.
Chocar mentalidades não está ao dispor de normais pessoas, apenas os audazes o fazem, a Pipi apenas tenta chocar os seus leitores recorrendo ao que outros escrevem essa é a dura realidade...

Ele Diz na boca da Pipi...

Caros seguidores, coloquem o melhor traje que hoje é dia de gala aqui no Ele Diz. Estão a chegar carradas de visitantes vindos da Pipi, parece que o Ele Diz consegue mesmo cumprir com a missão que todos aqui conhecem, a de chocar a mentalidade tacanha e mesquinha dos portugueses, a tal dos brandos costumes.
Este meu post ao que parece chocou a Pipi, ainda bem, pode ser que aqui o cantinho consiga bater o record de visitas que foi atingido aquando do post sobre a professora de Mirandela. Mas duvido, a professora era um tema bem mais interessante.

O objectivo de um novo seguidor por dia, até ao final do ano, pode ser que seja atingido com mais facilidade com todas estas visitas. :)

Espero que a Pipi me retribua com mais um post, agradecendo os visitantes que vai receber com o link que lhe estou a ofertar ali em cima (e toda a gente sabe que os meus seguidores são os melhores que há, como tal mereço bem mais que apenas um post). Aqui nada é de borla, e toda a gente sabe que os links são a moeda de troca da blogosfera.