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ELE DIZ

Coisas do Social, Internet e Media! Humor Q.B.

ELE DIZ

Coisas do Social, Internet e Media! Humor Q.B.

Somos previsíveis

Sou um observador por natureza, gosto de ver a atitude das pessoas, a forma como interagem com o espaço que as rodeia, como  encaram o que está ali ao seu lado.
Numa tentativa sempre perdida, mas que por vezes nos deixa espreitar um pouco dentro do pensamento das pessoas, gosto de ver a forma como o corpo se expressa perante determinada situações.
Um dia destes, enquanto aguardava passar um pouco de tempo numa praça pública deste nosso país, estava a observar uma jovem moça, e os olhares dela para outras moças que por ela se cruzavam. 
Dei por mim a sorrir ao ver aquelas radiografias que ela fazia, e o seu ar de admiração ou reprovação do que via nas outras moças. Naquele momento foi engraçado, pois estava ali perante mim a forma como avaliamos e julgamos as pessoas constantemente, muitas das vezes tendo em conta apenas aquilo que vemos. 
Considero que a imagem de uma pessoa está 99% das vezes alinhada com o que a pessoa tenta ser na vida, confesso que acho que as pessoas são previsíveis nisto, porem como em tudo há excepções, mas essas, pela sua condição de excepção, são isso mesmo, valores residuais no conjunto da população.
Muito poucas vezes fui surpreendido por pessoas com um aspecto, que afinal ao conhecer um pouco mais, eram completamente o oposto daquilo que aparentavam ser. 
Também as nossas atitudes são previsíveis na maior parte das vezes, acho muito estranho quando algumas pessoas têm mudanças completas de atitude e mesmo assim acham que não vão dar nas vistas.

Está quase no fim

Então, ao que parece, segundo o meu calendário e relógio, o meu fim-de-semana está quase a chegar ao fim. Finalmente, já desde Setembro, que posso dizer que tive um verdadeiro fim-se-semana de boa vida, em que procurei aproveitar para recarregar baterias para mais um arranquezito até ao Natal.
Fez-me bem, noto que estou revigorado, foi bom para pensar na vida, para estabelecer prioridades, para dar-me conta de algumas coisas em que me sei frágil, e por outro lado, dar também conta que apesar dessas fragilidades, tenho a vantagem de as reconhecer, o que me facilita na procura de uma solução, ou simplesmente ignorar. Pois no fundo, sei que são algumas das melhor coisas, que tenho enquanto ser humano.
No fundo nem sei muito bem o que quero dizer neste post, mas pronto, agora que ando mais activo aqui no blogue convém praticar um bocadinho a escrita, para que ela surja mais fluída, que me liberte melhor dos pensamentos, que me ajude a materializar as minhas opiniões, é como que abrir o leque e assim poder entender como um todo, os meus pensamentos normalmente fragmentados.

Casa dos Segredos, contigo entraria agora!

Ao que parece os portugueses já andavam com saudades do big brother, o share confirma que sim, a casa dos segredos, apesar de ser uma cópia do big brother, adicionou a variável segredos e aquilo funciona como pólvora, pois tem sempre a casa em alvoroço.
Em tempos, quase no inicio do programa falei contigo, e como sempre acabamos a divagar sobre tudo e sobre nada, e quando sugerido, não sei se por ti, se por mim, se seriamos capazes de entrar para a casa, essa hipótese deu-me que pensar.
Por principio, não entraria, gosto muito da minha intimidade para ir para ali me expor e como resultado passado uns meses todo conhecimento se traduzir em esquecimento, pois a fama é efémera e o que poderia vir como lucro da exposição desaparece rapidamente.
Porém, contigo entraria para lá sem pensar duas vezes, apenas porque sei que aquela casa iria andar de pernas para o ar, iríamos moer a cabeça de toda a gente que lá estivesse, e teríamos um segredo em comum, que se fosse usado, seria explosivo! Seria para virar Portugal de pernas para o ar e mais não digo.

Contigo, entraria já hoje naquele circo.

Gostei de te sentir na ponta dos meus dedos (parte 2)

Apesar de ter gostado sentir-te na ponta dos meus dedos, algumas questões se levantaram, confesso que gostaria que me desses mais liberdade, facilmente se me sinto claustrofóbico se não me deixas ver, ou ser visto por outras, preciso dessa liberdade que o poder da visão me proporciona. Preciso também da liberdade de me ligar com outras, confesso que por não teres tudo aquilo que eu precisava te limita na forma como me completas, por isso devias ter o bom senso de me deixar procurar em outras aquilo que desejo, porem não aceitas outra qualquer, apenas aceitas algumas. Confesso que nunca fui muito adepto de trios, acho que são fenómenos que não consigo entender, por isso não me cativas o suficiente, quando dizes que podes alinhar com outras, mas apenas com as que tu queres, deveria também ter a liberdade de escolher qual a outra que tu queres.
Depois vens com a conversa que apenas consegues ler algumas, que apenas entendes algumas, e que muitas outras que têm outra forma de se expressar não tens pedalada para as ler, não as entendes, e nem queres entender, dizes que o problema é delas e não teu.
Depois fico assim, sem vontade de te ter por completo, em exclusividade, pois não tens tudo aquilo que eu procuro.

Agora, depois de ter feito algumas almas imaginar, pois não leram a parte 1 deste post, vamos lá traduzir o anterior texto para linguagem compressível.

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Versão para para-quedistas que aqui vieram parar graças ao titulo.


Apesar de ter gostado sentir o iPad na ponta dos meus dedos, algumas questões se levantaram, confesso que gostaria que me desses mais liberdade, facilmente se me sinto claustrofóbico se não me deixas ver, ou ser visto por outras pessoas, acho a falta de webcam uma erro crasso, preciso dessa liberdade que o poder da visão me proporciona. 
Preciso também da liberdade de me ligar com outras máquinas, pens discos rígidos..., confesso que por não teres tudo aquilo que eu precisava te limita na forma como me completas, por isso devias ter o bom senso de me deixar procurar em outras máquinas aquilo que desejo, porem não aceitas outra qualquer, apenas aceitas algumas peças assessórias ligadas com adaptadores, devias ter uma entrada USB.
Confesso que nunca fui muito adepto de trios, acho que são fenómenos que não consigo entender, por isso não me cativas o suficiente, quando dizes que podes alinhar com outras, mas apenas com as que tu queres, deveria também ter a liberdade de escolher qual a outra que tu queres, ou seja, isto de adaptadores não dá jeito nenhum adoptar uma ligação universal do tipo USB viria facilitar muito a vida das pessoas e era mais prático.
Depois vens com a conversa que apenas consegues ler algumas, que apenas entendes algumas, e que muitas outras que têm outra forma de se expressar não tens pedalada para as ler, não as entendes, e nem queres entender, dizes que o problema é delas e não teu, isto para dizer que não lês flash, que o flash é uma fonte de problemas e que as páginas é que se tem de adaptar, acho um erro, podias dizer que lês mas caso dê problemas a culpa é do flash, ao limitar esse conteúdo ficas muito limitado iPad.

Depois fico assim, sem vontade de te ter por completo, em exclusividade, pois não tens tudo aquilo que eu procuro, sinceramente não me serves, acho piada ao conceito, mas pensando no uso que dou a um pc ficas muito à quem do que eu preciso.

parte 1

Estou confuso...

Confesso que este caso do wikileaks me anda a dar a volta ao pensamento, se por vezes concordo com tudo que o Assange tem revelado, outras vezes dou por mim a pensar até que ponto revelar determinado tipo de informação de estados soberanos não é um crime, pois coloca ao descoberto informação secreta, que em ultima análise servirá para garantir a segurança de todos nós.
Apesar deste ponto de vista diplomático, acho que o que está aqui em jogo é acima de tudo uma questão de modelo civilizacional, ou seja, o modelo americano de guerra fria ultrapassado, ou um tipo de sociedade de partilha de informação e fora das politiquices diplomáticas destas agora reveladas nos documentos, onde todos se sentam na mesma mesa, mas que logo em seguida espetam facas uns nos outros, movidos por interesses corporativos.
O fugir com o cu da seringa por parte do paypal, apenas mostra que os americas controlam tudo, e que anda meio mundo dependente deles.
Os ataques dos hackers talvez simbolizem em parte opiniões mais parecidas com a minha, que vê na corja politica um meio de perpetuar os interesses instalados.
Eu vejo a democracia nos dias que correm, com tamanha facilidade de expressão das pessoas, muito mais perto de uma democracia directa, em que facilmente se poderia ter uma representação da população mais próxima do real, não estando o poder em meia dúzia de caramelos dos partidos.

E coragem para mudar o paradigma? Será que algum dia irá mudar? ... Creio que apenas lá pelos reinos nórdicos, possa mais dia, menos dia, aparecer uma forma de politica com base na filosofia de democracia directa e não nesta que tanto nos castra de opinião, a dita representativa.

Então é assim...

Ora então lá se está a passar mais um feriado.
Não entendo muito bem, porque raio no nosso estado laico se tem de comemorar estas tretas da religião. Enfim, santa terrinha a nossa, onde a seita de seu nome igreja, ainda continua a ter muito poder.
Até tem poder para parar o país que tanto precisa é de estar a laborar, isto se queremos sair da mediocridade.
Mas como os feriados são direitos conquistados pela população, arranjem uns feriados civis e mandem passear estes religiosos, num pais cheio de história como o nosso, não faltam motivos para fazer uns feriados que comemoram os feitos de um povo, e não de um tal de Cristo que acabou pregado numa cruz.
Confesso que este Cristo não é exemplo para ninguém, alguém que acaba assim numa cruz não pode ser um bom exemplo.
Com a brincadeira dele ainda vamos nós virar todos criminosos para acabarmos pregados em honra do tal Deus, que é pai, filho e espírito santo. É um paranóico, só pode, para se achar tanta coisa ao mesmo tempo.
Quanto ao feriado especifico de hoje, enfim, o que dizer, festejar uma dita virgem que pariu um filho fruto do espírito santo. Acho que é querer diminuir e muito as capacidades do homem moderno ainda nos tentarem convencer desta paródia.
Acho que todos concordam, que de imaculada e sem pecado, a virgem tinha de ter muito pouco. Mas pronto o carpinteiro levou com eles e essa é que é essa.
As mulheres são capazes de nos dar sempre a volta, e o José foi alvo de uma que o convenceu que o espírito santo concebeu nela o salvador do mundo. Claro está, para a coisa correr bem, teve de alargar a mentira e até fez acreditar ao próprio filho que era especial!
Pobre Jesus, que por causa da mentira compulsiva da mãe terminou na cruz.

Bem, vou jantar, que isto deve ser da fome.

Palavras, são só palavras...

Existem pessoas mesmo chatas, que teimam em escrever aquilo que queremos dizer, que teimam fazer soar em forma de música aquilo que a nossa alma anseia. Este fulano tem a mania de o fazer na perfeição. É ver-me seguir cada palavra sua, colando frases dele, a vivências minhas, disco atrás de disco tem sempre esta capacidade.
Muita gente o critica pelas suas letras sem sentido, para mim são as letras dele que mais fazem sentido. Cada palavra, cada pontuação, está tudo no local certo para fazer sentido como um todo, que representa uma vivência, uma pessoa, uma situação, uma loucura.
Neste momento está a passar aqui no imac, enquanto a minha imaginação está perdida em pensamentos de outros tempos.

Anti clímax português

Ao que parece, faz anos que caiu a avioneta onde Sá Carneiro encontrou o fim da sua vida, na área de Camarate, onde seguia também entre outros o ministro Amaro da Costa.
Devido a este acontecimento a comunicação social anda doida a desdobrar-se na cobertura de tais trágicos momentos, lançando imagens da altura e procurando comentadores que hoje relembram o que então se passou.
Todos são unânimes, ao que parece Sá Carneiro era o Dom Sebastião do séc XX para Portugal, mas como sempre na nossa terra santa, cada vez que estamos a atingir o clímax, em que estamos quase a conseguir ser uma melhor nação, algo de trágico acontece! Conclusão, ficamos sempre com o pensamento no passado, de quando tudo era bom, porém nesse tempo passado, ninguém achava que aquilo é que era o bom.

Gostei de te sentir na ponta dos meus dedos

Confesso que andava com alguma vontade de te sentir na ponta dos meus dedos.
Já há muito tempo que te admiro, porém por contratempos que não domino, andava a faltar-nos um momento assim, só eu e tu num momento intimista, em que as minhas mãos tocam em ti, deslizam em ti, perdem-se em movimentos, que se traduzem em reacções da tua parte ao que eu tento provocar.
Finalmente te experimentei, confesso que me pareces estar mais gorda do que esperava, mas pronto isso é um mal menor, não te julgava tão pesada.
E pronto, finalmente estive a testar a máquina!

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