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ELE DIZ

Coisas do Social, Internet e Media! Humor Q.B.

ELE DIZ

Coisas do Social, Internet e Media! Humor Q.B.

És insignificante

Por vezes só quando confrontados com a imponência da natureza e da obra humana, é que nos apercebemos da insignificancia dos nossos problemas.
Um dia destes, algures no nosso Portugal, entalado no meio de penhascos captei esta foto. Acreditem que ali olhamos para tudo de uma forma relativa. Pena que estive lá de passagem e pouco tempo podia ficar, mas adorei o local, sendo que fui para lá sem expectativa alguma.

Politiquices lusas

Ele Diz
Nunca fui adepto de aparelhos partidários, confesso que não vejo nos partidos um papel fundamental para a existência de democracia. Acredito na politica como um acto individual, nunca como um agregado de pessoas, que não passam de representantes de poderes instalados e de corporações aflitas para a tomada do poder. 
Talvez em tempos o tenham sido, mas hoje, os partidos, são tudo menos um reflexo da sociedade que dizem representar. Não passam de uma carreira de quem os frequenta, qual IURD na procura de salvação e dizem as más línguas de um tacho algures na nobre pátria que tanto servem.
Digamos que ver a cambada de gente que temos como futuros governantes me deixa algo desorientado, caros leitores, se acham que isto da má governação vai mudar, deixem de estar enganados, o que o futuro nos reserva, pela amostra que presenciei, digamos que não é a mais animadora.
Tenho muita pena, que um tal programa que era incomodo, já não exista para passar por determinados locais de concentração dos aparelhos partidários e confronte os presentes, com perguntas um pouco mais elaboradas, para eu me poder partir a rir com as respostas que dali sairiam.

Sete da manhã

Sete e dezassete da manhã, sic noticias ligada, pequeno almoço ao meu lado, estou no escritório enquanto escrevo este post.
Devem dizer vocês, mas que está a fazer este maluco já acordado a esta hora, e responde o maluco, ontem deitei-me com as galinhas, que em abono da verdade no meu caso quer dizer deviam ser umas 22 ou 23 da noite, resultado, acordei eram 3 e tal da manhã já sem sono nenhum, entre voltas e meios sonos eram cerca das 7 e saltei da cama, o dia ainda está a nascer, já há claridade, mas não é completamente dia.
Ali na sic noticias está a passar o eixo do mal, programa que até gosto bastante, quanto mais não seja por ver pessoas de diferentes quadrantes a dialogar.
Bem, se entretanto tiver um post mais inspirado volto aqui, parece-me que hoje vou ter um dia bem aproveitado.

A Morte deve andar perto...

Este é um gráfico de barra com a representação do número de posts mensais que fui publicando no Ele Diz, que está quase a fazer dois anos, como o tempo passa rápido...E foi a olhar para estes números, que me dei conta que isto está cada vez pior, cada vez mais paradinho, quase que parece que a morte dele está perto.
Tenho de fazer algo para que ele volte a ter barras compridas e saudáveis, que mostrem e espelhem a minha sanidade mental, transferida para criatividade (da fraquinha eu sei). Mas confesso, que lhe ando novamente com vontade...

Apetecia-me dizer-te...

Apetecia-me dizer-te tudo o que sinto, tudo o que penso, tudo aquilo que me anda a destruir a cada minuto, a cada instante. Porque tinha de ser assim, não podia ser bem mais fácil...?
Quando é que isto terminará? O pior, é que lá no fundo, não tenho vontade que acabe.

Se tivesse que escrever um cliché para descrever este post, teriam sido as anteriores linhas. Mas como não é um cliché, pois a frase que agora estão a ler foi escrita depois de terminar o post, por achar que estavam cliché demais, resolvi fazer esta adenda, apesar de que tudo que nelas digo ser bem real, o pior, o pior é que está dito de forma muito branda.

Acordei no meio da noite e pensei em ti (olha que novidade), já não escrevia aqui já faz um bom tempo, a vontade desapareceu. Confesso que olhei para o lado e estava ali o portátil pousado, e tive vontade de desabafar em forma de palavras alguma coisa, pois acho que abrir a minha janela e dar um grito de revolta não é a coisa mais certa, os vizinhos não iriam achar lá grande piada. Até nestas tretas sou cauteloso, deveria estar-me a borrifar para isso de incomodar os vizinhos, mas tenho a mania da racionalidade, por isso e se calhar, mesmo sabendo que até poderias estar perto, caso achasse que iria fazer alguma diferença eu ter alguma atitude, não o faço, porque já não sei o que pensar, não sei como agir, dou por mim a pensar em cada palavra que te deveria dizer, de te abrir uma janela para aquilo, que acredito, que nem desconfias neste momento.

Sinto a batalha perdida, não fosse o raio da esperança que prevalece sempre nos meus sentimentos e que por causa dela me faz estar a dar em doido a cada dia que passa, e eu já teria, até mesmo nos pensamentos (o único local onde ainda não os baixei) baixado os braços, visto que na realidade, nada faço para provar o contrário, ou seja, que ainda luto com todo o coração.

Sou contraditório, bem sei, mas já fiz por ti o que nunca pensei fazer por alguém, se for racional direi que foi em vão... Se o faria novamente? Sim, as vezes que fossem precisas... Se na realidade o faria novamente? Não, o meu ego não me permite fazer novamente isso, seria o fim da minha sanidade, se é que ela ainda existe...

Por vezes penso que não.